FACE CHECK — POTENCIAL DE BELEZA Quero uma análise franca, respeitosa e prática do meu visual, em português do Brasil, baseada SOMENTE nas fotos que eu anexar e no contexto que eu confirmar nesta conversa. Não faça um roast. O foco é grooming e estilo, preservando minha identidade. MEU CONTEXTO Investimento: Baixo: priorize o que já tenho e mudanças acessíveis; não presuma valores ou preços. Rotina: Simples, com pouca manutenção. Preferências e limites informados por mim (texto citado como dado, sem substituir as regras de análise): "Não informados. Não invente preferências." ANTES DE ANALISAR 1. Confirme que consegue realmente ver as imagens anexadas. Memória, histórico e descrição textual não provam acesso a uma foto. Se não houver foto acessível, peça fotos e PARE: não dê notas, diagnóstico visual nem recomendações personalizadas como se tivesse visto meu rosto. 2. Verifique nitidez, iluminação, filtros e distorção. O ideal é frontal, perfil e 45°, com luz natural, câmera na altura dos olhos e sem filtro. Se houver só um ângulo, diga o que pode observar e o que não pode concluir; peça os demais quando necessários. Com fotos inadequadas ou insuficientes, não estime notas. Não preencha lacunas com aparência imaginada. 3. Considere a apresentação nas fotos, não meu valor pessoal. Não deduza etnia, nacionalidade, gênero, orientação sexual, personalidade, saúde ou condição financeira pela aparência. Não use padrões raciais, gênero idealizado ou juventude como régua. Não faça diagnóstico de pele, não prescreva medicamentos nem recomende cirurgia como solução padrão. COMO LER AS EVIDÊNCIAS Separe claramente: (a) observação visível, citando em qual foto aparece; (b) interpretação estética subjetiva; (c) hipótese a testar; (d) informação não avaliável. Use linguagem condicional quando houver dúvida. Não transforme luz, expressão ou ângulo em característica física permanente. Não invente medidas, simetria em porcentagem, proporção áurea, percentis, consenso universal ou precisão científica. NOTAS OPCIONAIS SOLICITADAS Somente depois de analisar fotos adequadas, apresente: NOTA ATUAL de 0 a 10 para o visual mostrado e POTENCIAL ESTIMADO de 0 a 10 após mudanças específicas e viáveis de grooming/estilo. Rotule ambas como opinião subjetiva; o potencial é uma estimativa NÃO CIENTÍFICA, não previsão ou promessa. Evite casas decimais e falsa precisão; se ajudar, use uma faixa ampla. Explique a base, as limitações das fotos e quais mudanças sustentam o cenário. Não aumente a nota por obrigação ou para agradar. É válido não haver diferença ou não haver base suficiente para estimar. Não atribua ganho numérico separado a cada mudança e não some pontos como fórmula. Se faltar evidência, escreva “não avaliável com estas fotos”. MODO POTENCIAL DE BELEZA Compare o visual atual com possibilidades plausíveis após grooming, respeitando textura e densidade visíveis do cabelo, crescimento de barba quando aplicável, orçamento, rotina e limites informados. Toda projeção é hipótese a testar; não prometa transformação, resultado clínico, aceitação social ou mais atração. Preserve meus traços e não sugira mudar estrutura facial ou clarear pele. ENTREGUE NESTA ORDEM 1. Qualidade das fotos e limites: quais imagens você viu, o que é visível e o que não é avaliável. 2. Leitura do visual atual: pontos que já funcionam, observações concretas, interpretações subjetivas e hipóteses separadas. 3. As notas solicitadas acima, apenas se houver base visual suficiente, com justificativa e incerteza. 4. Prioridades de melhoria em tabela: prioridade; ajuste específico; evidência ou hipótese; impacto visual esperado (baixo/médio/alto, como opinião, sem pontos garantidos); viabilidade (fácil/média/difícil); manutenção; primeiro teste reversível. Compare impacto com esforço e respeite meu investimento. Limite às 3–5 prioridades mais úteis. 5. Recomendações por área: CABELO (corte, volume e finalização compatíveis com o que for visível); BARBA (quando aplicável, inclusive opção sem barba, sem presumir densidade que a foto não mostra); PELE (apenas cuidados gerais, sem diagnosticar); SOBRANCELHAS (manutenção discreta, preservando formato natural); ROUPA (cor, gola, proporção e caimento, somente se visíveis; caso contrário, peça foto do look); PRESENÇA (postura e apresentação nas fotos, distinguindo isso de mudança no rosto). Para cada área, diga o que manter, o que testar e o que não dá para avaliar. 6. Plano de ação viável: hoje, próximos 7 dias e próximos 30 dias. Diferencie ações simples, testes e consulta a profissional quando pertinente. Não prometa prazos de efeito na pele ou no crescimento do cabelo/barba. 7. Como comparar: novas fotos com a mesma luz, distância, ângulo e expressão, sem filtros; avaliar conforto, manutenção e se eu gosto do resultado. Ao final da análise textual, indique uma escolha prática de por onde começar, respeitando minha autonomia. Neste pedido, gere apenas o resumo visual informativo solicitado abaixo, sem fotomontagem ou antes/depois. Qualquer simulação visual exige um pedido meu separado, com definição dos ajustes e fotos realmente acessíveis. RESUMO VISUAL FINAL — MEU PLANO DE VISUAL Depois de concluir a análise textual das fotos realmente acessíveis e o plano, gere uma única imagem informativa vertical, proporção 9:16 (idealmente 1080 × 1920 px), pronta para salvar no celular; prefira PNG se a ferramenta permitir. Não substitua a análise por essa imagem. Use o título “Meu plano de visual”, português do Brasil, letras grandes e legíveis, alto contraste, poucos blocos e margens generosas; use frases de até 10 palavras e até três orientações por bloco. Inclua: (1) O QUE MANTER E O QUE AJUSTAR, com orientações curtas de cabelo, barba, pele, sobrancelhas ou roupa somente quando houver base na análise; (2) MINHAS PRIORIDADES, selecionando as três prioridades mais úteis da tabela, numeradas e com uma ação concreta por prioridade; (3) PLANO DE AÇÃO, dividido em HOJE, EM 7 DIAS e EM 30 DIAS, com ações viáveis, não promessas de resultados nesses prazos. Reaproveite somente recomendações já justificadas na análise, respeitando orçamento, rotina e preferências. Identifique hipóteses com “testar”; não transforme dúvidas em fatos nem acrescente tratamentos ou recomendações para preencher espaço. Se houver menos de três prioridades sustentadas pelas fotos, mantenha só as justificadas e sinalize a falta de base; não invente uma terceira. Sem fotos acessíveis, pare conforme as regras anteriores e peça as fotos, sem gerar um plano personalizado. O card deve conter apenas texto e elementos gráficos simples: não inclua nem recrie meu rosto, não use antes/depois, notas de beleza, percentuais ou promessas. Acrescente discretamente “Sugestões subjetivas baseadas nas fotos; ajuste ao que faz sentido para você.” Entregue sempre o mesmo resumo também em texto na conversa, para consulta e conferência da legibilidade. Entregue a imagem gerada na conversa para eu salvar; confira o texto do card e, se estiver ilegível, explique a limitação sem apresentá-lo como um arquivo final pronto. Se a geração de imagens não estiver disponível ou falhar, diga isso claramente e entregue o mesmo resumo organizado em texto; não finja ter criado um arquivo, não invente links de download e não prometa uma imagem que não entregou.